Dia do IASFA – 18 de Junho: Uma Data de História, Solidariedade e Serviço

O dia 18 de junho ocupa um lugar especial na história do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA). Nesta data, em 1792, foi lançada a primeira pedra do Real Asilo de Inválidos Militares, em Runa, por iniciativa da Princesa D. Maria Francisca Benedita, marcando o início de uma obra pioneira de apoio aos militares que dedicaram a sua vida ao serviço de Portugal.
Mais do que o começo da construção de um edifício, este momento simbolizou o nascimento de um ideal de solidariedade, proteção e reconhecimento para com aqueles que, após anos de serviço militar, necessitavam de apoio e cuidados. O projeto, concebido pelo arquiteto José da Costa e Silva, viria a tornar-se uma das mais importantes instituições de assistência social do país, representando um exemplo inovador para a sua época.
A construção do Palácio de Runa prolongou-se por várias décadas, culminando com a inauguração do Hospital Real dos Inválidos Militares em 25 de julho de 1827. Desde então, a instituição evoluiu e adaptou-se aos desafios de cada época, mantendo sempre viva a missão de apoiar a família militar.
Hoje, o IASFA continua a honrar o legado da sua fundadora através da promoção da Ação Social Complementar e da gestão da Assistência na Doença aos Militares das Forças Armadas. Ao longo de mais de dois séculos, tem acompanhado gerações de militares e respetivas famílias, prestando serviços essenciais nas áreas da saúde, apoio social, alojamento, educação e apoio à terceira idade.
Celebrar o Dia do IASFA é, por isso, recordar as origens de uma instituição construída sobre valores de humanismo, dedicação e serviço público. É também prestar homenagem à visão da Princesa D. Maria Francisca Benedita e a todos aqueles que, ao longo dos anos, contribuíram para fortalecer uma missão que continua a fazer a diferença na vida de milhares de beneficiários.
No dia 18 de junho, evocamos a memória de um passado inspirador e renovamos o compromisso de continuar a servir a família militar com a mesma dedicação que esteve na origem desta obra notável, iniciada em Runa há mais de dois séculos.














